O que é Jailbreak? Conheça o método de desbloqueio do iPhone

O processo, aplicado no iPhone para desbloquear vários recursos, é muito popular entre os usuários mais aficionados pelos gadgets da Apple, mas muitas pessoas ainda não sabem o que é e suas principais características. Neste artigo, responderemos as principais dúvidas sobre o Jailbreak, apontando seus prós e contras, e falaremos um pouco sobre sua história.

O que significa Jailbreak?

Antes de falarmos do método em si, vamos entender o significado do termo “Jailbreak”. Em uma tradução livre e literal, “Jailbreak” significa “fugir da prisão”, e representa uma metáfora para o ato de burlar as restrições impostas por uma empresa em seus dispositivos, adicionando funcionalidades não oficiais a eles.

O método, desenvolvido por grupos hackers, tem sido comumente relacionado aos dispositivos da Apple e ao seu sistema operacional móvel, o iOS, devido à grande popularidade que o processo ganhou entre esses usuários. Entretanto, é possível realizar o Jailbreak para “desbloquear” outros aparelhos, como no Playstation 4, da Sony, ou o Xbox One, da Microsoft, por exemplo.

Jailbreak para iOS

Como dito anteriormente, o Jailbreak tem como principal objetivo adicionar recursos extras a um dispositivo, seja por meio da instalação de softwares não autorizados ou pela habilitação de funcionalidades bloqueadas. No caso do iOS, o Jailbreak permite que usuários de iPhones, iPads e iPods Touch tenham mais liberdade para utilizar seus aparelhos a sua maneira, sem limitações por parte da fabricante.

Em 2007, quando o primeiro Jailbreak para iPhone foi lançado, o objetivo era bem simples: permitir o uso de qualquer arquivo de áudio como toque do telefone – e não apenas os originais do aparelho. Posteriormente, novos Jailbreaks foram lançados, com novos recursos, como a possibilidade de usar o aparelho em operadoras de qualquer país, dentre outros.

O layout do iPhone com cinco colunas, ao invés de quatro, após ter passado pelo Jailbreak (Foto: Reprodução) 

Desde então, sempre que uma nova versão de iOS era lançada, não demorava muito para que um grupo hacker (sendo o “iPhone Dev Team” o principal deles) divulgasse um novo Jailbreak. No passado, a eficiência dos desenvolvedores chegou a tal ponto que um Jailbreak para o iOS 5 foi divulgado em menos de uma hora depois do lançamento oficial do sistema.

Em outro caso passado o Jailbreak habilitou o recurso de foto panorâmica em dispositivos com iOS 5. Segundo informações, a funcionalidade já estava presente em alguns aparelhos mas, por algum motivo, ainda não havia sido habilitada pela Apple. Esse é apenas um exemplo do que é possível fazer por meio do Jailbreak.

Ícone da Cydia, a loja alternativa de aplicativos para aparelhos com Jailbreak (Foto: Reprodução)

Com o passar do tempo a Apple começou a achar maneiras mais efetivas de evitar o processo, fazendo modificações no próprio hardware do aparelho. Com o iOS 7.1, por exemplo, os hackers só conseguiram fazer o desbloqueio no iPhone 4. As versões mais recentes se mostraram mais resistentes a tais modificações.

Tipos de Jailbreak: Tethered x Untethered

Apesar de buscarem basicamente a mesma finalidade, existem atualmente dois diferentes tipos de Jailbreak. O primeiro deles é o Thetered, que é um Jailbreak limitado, mais “temporário”, que volta ao normal assim que o iPhone, iPod ou iPad é reiniciado. Para mantê-lo desbloqueado, é necessário que o usuário tenha um computador por perto sempre que realizar um boot (desligar e ligar) no seu aparelho.

O segundo tipo de Jailbreak é o Untethered. Nesse caso, não há necessidade de um computador estar conectado ao aparelho para que o sistema seja reiniciado. Mesmo após desligar e ligar novamente o iDevice, o Jailbreak permanece ativo, assim como as suas funcionalidades.

Prós e contras do Jailbreak

Qualquer método não oficial de modificação de um sistema possui pontos positivos e negativos, e com o Jailbreak não é diferente. O principal benefício, como sugere o próprio termo em inglês, é a liberdade que o método proporciona ao usuário, trazendo várias possibilidades que um aparelho sem Jailbreak não possui.

Obviamente, nem sempre o processo é simples, e ainda acaba sendo bloqueado por futuras atualizações lançadas pela Apple. Apesar disso, para muitos usuários, a adição de novos recursos e ferramentas vetadas pela Apple compensa o trabalho que se tem para fazer (e, eventualmente, refazer) um Jailbreak.

Exemplo de layout possível após o Jailbreak (Foto: Reprodução) 

A Apple é mundialmente conhecida pelo controle e cuidado com tudo que diz respeito aos seus aparelhos e ao seu sistema. Porém, ao fazer um Jailbreak, você fica livre não só das limitações impostas pela empresa, como também de sua proteção – os dispositivos ficam mais suscetíveis a códigos e aplicações maliciosas de terceiros.

Além disso, é de conhecimento geral que os iGadgets são desenvolvidos para funcionar perfeitamente com os produtos da Apple. Sendo assim, ao fazer um Jailbreak você também aumenta as chances de travamentos e falhas no sistema decorrentes da inserção de funcionalidades não oficiais.

Por fim, outro ponto negativo diz respeito à garantia dos aparelhos. Não deve ter sido difícil concluir que a Apple é contra o Jailbreak, assim como qualquer tipo de modificação não autorizada por ela. Por consequência, e como forma de coibir tal prática, a empresa adverte os usuários quanto à perda da garantia para aparelhos desbloqueados – apesar de o processo ser totalmente reversível por meio da restauração do sistema.

É ilegal fazer Jailbreak?

Primeiramente, é importante ressaltar que Jailbreak não é, necessariamente, sinônimo de pirataria. O principal grupo hacker responsável por desenvolver Jailbreaks para iOS, inclusive, disponibiliza o seu trabalho de graça e é declaradamente contra a pirataria. Diferentemente de alguns grupos, eles não modificam códigos sob propriedade da Apple.

De acordo com a Digital Millennium Copyright Act (DMCA), uma lei dos Estados Unidos sobre a proteção dos direitos autorais, o Jailbreak não é ilegal. Segundo eles, se você adquiriu um aparelho, ele é seu, e você tem liberdade para usá-lo como bem entender. Mas isso não quer dizer que a Apple pense da mesma forma. A empresa tem buscado a proibição de tal prática e, enquanto isso não acontece, tenta impedir a realização do Jailbreak por seus próprios meios, com constantes atualizações e com a ameaça da perda de garantia.

Windows Phone 8.1 é compatível com Passbook, da Apple

O Passbook, serviço de cartões virtuais da Apple lançado no iOS 6, será compatível com o Windows Phone. A atualização do sistema operacional móvel da Microsoft para a sua versão 8.1 trouxe a compatibilidade com o recurso. A novidade será disponibilizada no Microsoft Wallet, que será capaz de abrir e ler o conteúdo dos arquivos do serviço.

Cards do Passbook podem chegar ao WP (Foto: Divulgação/Apple)

Os passes do Passbook são “universais”. Eles são apenas arquivos isolados, e o aplicativo da Apple é apenas um leitor funcional. Agora, entretanto, o Microsoft Wallet do Windows Phone 8.1 também será capaz de gerenciar tal extensão.

Ainda não se sabe como é este processo. A informação é somente de que o sistema suporta os passes e eles funcionam normalmente. Tom Warren, repórter do site The Verge, já testou a funcionalidade para cartões de embarque de companhias aéreas e afirmou que tudo operou perfeitamente, sem problemas.

Não há nenhum tipo de nota oficial sobre um acordo entre Apple e Microsoft para isso, nem detalhes sobre como o sistema da Microsoft suporta este tipo de conteúdo. Tecnicamente, os arquivos poderiam ser disponibilizados para qualquer serviço com uma capacidade de identificá-los.

Ainda assim, a Apple havia lançado o serviço como um diferencial, e o que é polêmico, no caso, é justamente isso. Para quem é usuário do Windows Phone, resta torcer para que a Apple não crie dificuldade para isso, tecnicamente ou até legalmente. Ou que tudo seja oficializado de vez.

Android 4.1.1 é única versão vulnerável ao bug Heartbleed, diz Google

A ameaça conhecida como Heartbleed não afeta somente sites na Internet, mas também sistemas e aparelhos conectados. No mundo mobile, o mais popular sistema também está vulnerável: o Googleconfirmou que a versão 4.1.1 pode ser acessada por hackers, representando um problema para milhões de usuários em todo o mundo. A boa notícia é que o problema afeta única e exclusivamente esta versão.

Heartbleed também afeta milhões de usuários de Android (Foto: Montagem/Paulo Alves)

Segundo a gigante das buscas, o Android 4.1.1 está instalado em menos de 10% do total de usuários. No entanto, considerando que a base de instalações do Android passa de 1 bilhão, o número de aparelhos vulneráveis fabricados por Samsung, HTC e outras empresas pode chegar a 100 milhões.

Embora os sites ameaçados pelo Heartbleed tenham consertado a falha rapidamente, o mesmo não se pode dizer do Android. Segundo especialistas, a solução é um pouco mais complicada nesses casos porque, por mais que o Google tenha liberado um pacote de atualização para resolver o problema, os usuários dependem da iniciativa de fabricantes e operadoras de telefonia.

Se você tem um smartphone Android e deseja saber qual é a versão instalada nele, para saber se ele está ou não vulnerável a esta falha, vá no menu e escolha a opção “Configurações” (em alguns telefones pode ser “Ajustes” ou “Settings”). No final da lista, clique em “Sobre o telefone” (ou “About Phone”) e veja qual versão está escrita em “Versão do Android” (ou “Android version”, se estiver em inglês).

A Microsoft declarou que seus sistemas Windows e Windows Phone não apresentam vulnerabilidade ao bug Heartbleed, assim como “a maioria dos serviços” prestados pela companhia. Já a Apple ainda não veio a público falar sobre possíveis falhas no Mac ou iOS.

Saiba como upar rápido no famoso MMORPG – Perfect World

Perfect World é um MMORPG que conta com um enredo bem elaborado, atraindo jogadores que gostam de histórias bem construídas. Ele se passa em um universo paralelo bem elaborado, cheio de mistérios e lendas mitológicas. Aprenda agora a upar mais rápido em Perfect World.

Perfect World (Foto: Reprodução)

Missões, missões e mais missões

Assim como em qualquer MMORPG, as missões são as formas mais rápidas de se upar um personagem. Alguns mais do que outros, claro. No caso de Perfect World não é diferente. Faça o máximo de missões possíveis para upar seu personagem apropriadamente. As missões chamadas de “Token” são também uma boa pedida para os jogadores que estão procurando evoluir rápido.

Missões diárias também ajudam bastante, dando grandes quantidades de EXP. A missão “Volta ao Mundo”, por exemplo, pode ser feita todos os dias, a partir do level 70, onde o jogador percorre todo o mapa falando com NPCs. Esta missão pode render até 500 mil de EXP. Além da Volta ao Mundo, o jogo também conta com as missões diárias “Pedra Doida” e “Recompensa e Castigo”.

Explore o terreno de Frost

Não deixe de explorar o terreno de Frost. Os inimigos que lá podem ser encontrados podem render bons pontos de experiência por serem de um nível mais alto. Porém, devido a maior dificuldade, procure juntar uma equipe para se aventurar por lá.

frost

Nesta equipe deverá ter pelo menos um personagem com poder de cura, outro que servirá de tanque e outro de DPS (dano por segundo). Depois de montar a equipe, o jogador tanque, aquele que aguenta mais dano, irá chamar a atenção dos monstros, enquanto que o DPS irá atacar sem tomar dano. Durante o confronto o jogador com poder de cura dará assistência ao tanque, curando-o. Dessa forma a equipe poderá matar um monte de monstros fortes sem morrer.

Pedras que ajudam

Em Perfect World, o jogador pode utilizar de algumas Pedras para dar um boost nos pontos de experiência conseguidos. A Pedra de Hyper, por exemplo, pode ser comprada na loja virtual do game e faz com que o jogador tenha um aumento no ganho de EXP por um tempo limitado. Existem diversas Pedras com tempos variados.

Usando estes itens o jogador pode evoluir mais rápido, principalmente se utilizar durante as missões e enquanto se aventura em Frost.

Perfect World: procure matar monstros mais forte do que você (Foto: Divulgação)

Morte aos Mobs

Procure matar Mobs especiais, como “Furioso”, mas tente fazer isto sem participação para que não precise dividir os seus pontos de experiência. Porém, caso não seja capaz de acabar com o monstro sozinho, é possível montar uma equipe. Busque também os Mobs mais fortes do que você, ou seja, com nível acima do seu.

Chrome Remote Desktop também vai funcionar no Android

O Chrome Remote Desktop, programa do Google que permite que o usuário acesse e controle seu computador remotamente, ganhará um app para Android. Disponível somente como extensão para o navegador Chrome, no computador, o recurso já está em testes também nos smartphones com o sistema da empresa.

Chrome Remote Desktop por enquanto está disponível só na web (Foto: Divulgação/Google)

A funcionalidade ainda está em fase de testes beta, privada, e somente quem recebe o arquivo por convites enviados pelo próprio Google pode participar. Mas um dos usuários que recebeu as instruções de como instalar o programa compartilhou o “.apk” (arquivo de instalação) no fórum Reddit, para que todos pudessem “participar dos testes”.

No computador, o Chrome Remote Desktop é uma extensão para o navegador. É preciso instalá-la em dois PCs: um para controlar e outro para ser controlado. Basta fazer login com as mesmas credenciais do Google e iniciar a sincronização. Nesse caso, o dispositivo móvel deve substituir um destes computadores no processo.

Por enquanto, o serviço ainda vem passando por algumas instabilidades, e há alguns relatos de problemas na conexão remota. Segundo o site Engadget, uma versão do app compatível com o iOS também está sendo desenvolvida, mas foi adiada por problemas no layout.

Facebook é obrigado a manter promessa de privacidade do WhatsApp

Se alguém ainda tinha alguma dúvida sobre a privacidade no WhatsApp após a compra pelo Facebook, ela não deve existir mais agora. A Federal Trade Comission, agência do governo americano voltada para a área de mercado, emitiu uma nota oficial à rede social, lembrando-a de seu compromisso em utilizar os dados dos usuários de maneira correta.

Carta está disponível na Internet (Foto: Reprodução/FTC)

O documento, de quatro páginas, foi disponibilizado online no site da agência. Na carta, a diretora da divisão de proteção ao consumidor da FTC, Jessica Rich, afirma que todas as promessas feitas devem ser mantidas. Ela se dirige diretamente à diretora de privacidade do Facebook, Erin Egan, e também à conselheira geral do WhatsApp, Anne Hoge.

“O WhatsApp fez várias promessas sobre a natureza de dados que coleta, guarda e compartilha. Todas elas são mais restritivas do que as usadas pelo Facebook. Queremos tornar claro que é importante que, independente da aquisição, o WhatsApp siga honrando suas promessas aos consumidores”, diz trecho da nota.

A carta tem diversas declarações que foram dadas por representantes do WhatsApp e do Facebook sobre a questão da privacidade. O tom do comunicado é o de voltar a salientar às companhias o compromisso que assumiram com os consumidores desde que o seu bilionário acordo foi selado.

“Centenas de milhões de usuários confiaram informações pessoais ao WhatsApp. A equipe do FTC vai continuar a monitorar as práticas da companhia para garantir que Facebook e WhatsApp honrem as promessas que fizeram aos usuários”, concluiu a diretora da agência.

O acordo entre Facebook e WhatsApp foi fechado em fevereiro, e desde então houve muitas críticas. Diversos usuários se mostraram preocupados quanto à privacidade – muitos boatos, inclusive, foram criados neste meio tempo – do mensageiro, porém os responsáveis pelas duas empresas sempre frisaram que nada irá mudar.

Mini robô é impressora portátil que cria imagens rolando sobre a folha

A empresa israelense Zuta Labs lançou, no Kickstarter, um projeto de impressora portátil robótica. É a Mini Mobile Robotic Printer, que busca arrecadar US$ 400 mil de internautas para sair do papel e ser lançada no mercado até janeiro de 2015. Caso esta campanha dê certo, as primeiras unidades do aparelho serão comercializadas por apenas US$ 180 (cerca de R$ 396).

Pequena impressora é barata e eficiente (Foto: Reprodução/Kickstarter)

O aparelho é um pequeno robô que se conecta, via aplicativos, a Windows, Mac OS X, iOS, Android eWindows Phone. Ele mede 10 x 11,5 cm e pesa somente 300 gramas. Segundo os desenvolvedores, cada unidade será suficiente para imprimir até mil páginas e terá bateria com duração de cerca de uma hora. As cargas serão via USB.

“Impressoras hoje são, basicamente, uma cabeça indo da esquerda para a direita no papel. Pensamos: por quê não se livrar de todo o resto e colocar isso em um pequenino produto com rodinhas e deixá-lo só rodar em cima do papel, com o menor tamanho possível?”, diz a descrição do produto no Kickstarter.

Após a divulgação do projeto em diversos sites internacionais quando ele chegou ao Kickstarter, Tuvia Elbaum, integrante da equipe do Zuta Labs, afirmou que sua empresa recebeu um número de contatos de potenciais investidores. Porém, ele ainda não decidiu seu futuro, e só fará isso após o fim da campanha de crowdfunding.

Aprenda a deletar o save para reiniciar seu jogo em Pokémon Black/White

Pokémon Black/White ainda faz sucesso entre os fãs dos monstrinhos mais famosos do mundo. Lançado para Nintendo DS, o game também compatível com 3DS traz uma aventura longa e divertida, recheada de novas criaturas. Já terminou o game e quer relembrar o game com uma nova campanha? Aprenda a deletar o sue save do game.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Divulgação)

Execute o game e espere que a tela de título apareça. Nela será exibido um dos Pokémons lendários, dependendo da versão.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Nessa tela, pressione simultaneamente os botões Select, B e cima.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Se a combinação for executada com sucesso, você verá uma tela perguntando se você deseja apagar o save do game. Clique em “Yes”.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Agora uma tela de confirmação aparecerá. Tenha em mente que todo o seu progresso, itens e Pokémons serão apagados de forma irreversível. Caso tenha certeza de que quer iniciar um novo game, pressione A na opção “Yes”.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

Pronto, agora é só aguardar alguns segundos até que o save seja removido e iniciar uma nova campanha diretamente do menu principal. O processo pode ser repetido quantas vezes for necessário.

Pokémon Black/White: aprenda a deletar o save do jogo (Foto: Reprodução/Murilo Molina)

 

Como mudar tela de bloqueio do Windows 8.1

As telas de bloqueio do Windows 8 e do Windows 8.1, que antecedem a digitação da senha para o usuário fazer login nos sistema operacional, podem ser personalizadas com muito conteúdo diferenciado. É possível trocar a imagem, fazer reproduções de slides e ter notificações de aplicativos.

Tela de bloqueio do Windows 8 e Windows 8.1 (Foto: Reprodução/Microsoft)

Confira o passo a passo abaixo:

Passo 1. Passe o mouse do lado direito da tela na área de trabalho, clique no ícone “configurações” e depois em “mudar configurações do computador”;

Abra o menu de configurações (Foto: Thiago Barros/Reprodução)

Passo 2. Na tela seguinte, clique em “Tela de bloqueio”;

Acesse as configurações (Foto: Thiago Barros/Reprodução)

Passo 3. Agora, você está na tela de personalização. Se quiser mudar a imagem de fundo da tela de bloqueio, é só escolher uma das imagens disponibilizadas, clicando nelas, ou então buscar uma foto no seu HD, clicando em “Procurar”, e selecionando posteriormente as imagens nas pastas do computador;

Há uma variedade de papeis de parede disponíveis (Foto: Thiago Barros/Reprodução)

Passo 4. É possível configurar para várias imagens ficarem passando na tela. Basta ativar a função “Reproduzir uma apresentação de slides na tela de bloqueio”. Uma série de opções de configuração será carregada, com o usuário podendo escolher quais fotos, de qual pasta, farão parte da apresentação;

Você pode usar apresentações de slides na tela de bloqueio (Foto: Thiago Barros/Reprodução)

Passo 5. Descendo a barra de rolagem até o fim nesta tela, o usuário pode selecionar alguns aplicativos para receber notificações, status detalhados e alarmes. É só tocar no ícone dele na sessão em que ele está para ativar a função descrita. Por último, é possível permitir que haja um ícone de câmera para que  usuário possa tirar fotos a partir direto da tela de bloqueio do PC;

Usuário pode selecionar receber notificações na tela de bloqueio (Foto: Thiago Barros/Reprodução)

Como escolher o melhor carregador portátil de bateria para smartphone?

Os smartphones estão sendo cada vez mais usados e por isso tem apresentado um desgaste maior e mais frequente na carga de suas baterias. Isso obriga os usuários a buscarem constantemente por tomadas ou a utilizarem baterias extras.

Baterias portáteis têm sido uma boa solução para recarregar smartphones (Foto: Reprodução/Flirck - Headlines & Heroes)

A capacidade de carga

A especificação de miliampère-hora (mAh) de baterias indica a quantidade máxima de energia que suas cargas poderão receber.  Desta forma, quanto maiores forem estes valores, maior será a capacidade de suas cargas. Assim, a primeira coisa a se levar em conta antes de comprar uma bateria portátil é observar se os valores totais de sua carga superam a capacidade indicada na bateria do telefone.

Indicada na especificação da bateria, a quantidade de miliampère-hora (mAh) determina a capacidade de sua carga (Foto: Reprodução/TechTudo - Allan Melo)

O tempo de duração da bateria dos smartphones se relaciona com o consumo de miliampère (mA) que o aparelho faz durante o seu uso. Este gasto está diretamente relacionado com os recursos que estiverem acionados e utilizados.No entanto, no caso das baterias portáteis acontece um desperdício de energia durante a recarga dos dispositivos, pois há um gasto de miliampère no processo de transferência de energia.

Desta forma, carregar gadgets que se mantenham ligados poderá diminuir o rendimento da bateria portátil, fazendo com que na prática, o acessório só transfira uma parcela da energia em mAh que suas especificações indicam.

Custando em torno de R$ 500, a iSound Portable Power Max 4590 possui 16.000 mAh e cinco saídas USB (Foto: Divulgação/iSound)

A potência da bateria

É importante escolher uma bateria portátil que possua uma potência de saída de energia, indicada pelos valores especificados em Watts (W), igual ou maior do que a potência de carregamento do smartphone.

Se a corrente elétrica que sai da bateria portátil for menor do que aquela necessária para carregar o gadget, o dispositivo não será carregado. Porém, quanto maior for o valor desta corrente, mais rápida poderá ser feito a recarga da bateria do aparelho.

A potência de transferência de energia do aparelho em Watt poderá ser calculadas com a multiplicação dos valores em Volts e ampères em suas especificações (Foto: Reprodução/TechTudo - José Telmo)

Tanto a potência de saída quanto a de entrada de energia, também conhecidas como output ou input, respectivamente, poderão ser calculadas com a multiplicação dos valores em Volts (V) e ampères (A), indicados na bateria, no carregador ou nos manuais dos gadgets. Caso não seja possível encontrar estes valores, busque as especificações no site do fabricante ou na assistência técnica.

A vida útil

Lembrando-se da perda de energia que a bateria externa apresenta ao transferir suas quantias de mAh para os smartphones, é importante que seus usuários também avaliem o seu ciclo de carga. Também conhecido como vida útil, este ciclo pode ser calculado pela comparação entre os valores de mAh da sua capacidade de carga da bateria portátil com a indicação de mAh nas especificações da bateria do aparelho.

Com 3.000 mAh, o Innergie PocketCell é uma bateria portátil pequena, leve e prática (Foto: Divulgação/Innergie)

Caso você recarregue a carga de seu smartphone com a bateria externa com o dispositivo ligado, o desgaste de seu ciclo de carga será muito maior. Para estimar esta queda na vida útil do acessório, divida a capacidade da bateria em mAh pelo valor do consumo de energia do smartphone em mA.

Apesar de a energia consumida pelos celulares poder variar drasticamente durante o seu uso, o resultado determina a provável vida útil da bateria portátil, indicando uma estimativa da duração de sua carga.

Preço, peso e praticidade

Além destas análises de desempenho da bateria externa, é importante avaliar também os seus objetivos na utilização da bateria externa. É bom lembrar que, dependendo da tecnologia deste acessório, a sua capacidade de carga em mAh poderá ter uma relação direta com o seu peso.

Contando com 4.000 mAh, o MiPow SP4000A pode carregar até dois aparelhos ao mesmo tempo (Foto: Divulgação/MiPow)

O usuário também precisa analisar se utilizará a bateria externa para recarregar somente o smartphone ou também outros gadgets, sendo por isso necessário avaliar a potência da corrente elétrica de output e a quantidade de plugs de saída que a bateria externa possui.

Essas questões também precisam ser analisadas junto ao preço de marcas de baterias portáteis confiáveis e consolidadas no mercado, que poderão variar entre R$ 300 e R$ 1000.As noções de custo-benefício devem ser avaliadas junto da possibilidade de você andar com um carregador sobressalente para plugar o smartphone em tomadas disponíveis durante o seu dia-a-dia.

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